GLIMEPIRIDA MERCK (GENÉRICO)

MERCK

glimepirida

Hipoglicemiante.

Medicamento Genérico Lei n° 9.787, de 1999.

Apresentações.

Comprimido
glimepirida 1 mg
- Embalagem contendo 30 comprimidos.
glimepirida 2 mg - Embalagem contendo 30 comprimidos.
glimepirida 4 mg - Embalagem contendo 30 comprimidos.
USO ORAL - ADULTO

Composição.

Cada comprimido de 1 mg contém: glimepirida 1 mg, excipientes q.s.p. 1 comprimido (lactose, amidoglicolato de sódio, povidona, celulose microcristalina, estearato de magnésio, óxido férrico). Cada comprimido de 2 mg contém: glimepirida 2 mg, excipientes q.s.p. 1 comprimido (lactose, amidoglicolato de sódio, povidona, celulose microcristalina, estearato de magnésio, óxido de ferro amarelo, corante laca alumínio azul n° 2). Cada comprimido de 4 mg contém: glimepirida 4 mg, excipientes q.s.p. 1 comprimido (lactose, amidoglicolato de sódio, povidona, celulose microcristalina, estearato de magnésio, corante laca alumínio azul n° 2).

Informações ao paciente.

Ação esperada do medicamento
A glimepirida pertence à segunda geração das sulfoniluréias e age reduzindo a glicemia (nível de açúcar no sangue) por estimular a liberação de insulina por células do pâncreas em resposta a glicose. Estima-se que o pico de redução da glicemia ocorra em 2 a 4 horas.
Cuidados de conservação
O medicamento deve ser mantido em sua embalagem original em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C). Proteger da luz e umidade.
Desde que respeitados os cuidados de armazenamento, glimepirida apresenta prazo de validade de 24 meses após a data de fabricação.
Indicações do medicamento
A glimepirida está indicada para o tratamento oral de diabetes mellitus não insulino-dependente (tipo II), como um adjunto, quando os níveis de glicose não podem ser adequadamente controlados por meio de dieta alimentar, exercícios físicos e redução de peso.
A glimepirida pode ser associada a outros antidiabéticos orais que não estimulam a secreção de insulina, e também associada a metformina quando os níveis de glicemia não podem ser adequadamente controlados por meio da dieta alimentar, exercícios físicos e uso de glimepirida ou metformina em monoterapia.
A glimepirida pode ser usada em associação com a insulina, entretanto este uso combinado pode aumentar o potencial para hipoglicemia.
Riscos do medicamento
Contra-indicações
A glimepirida está contra-indicada a pacientes que apresentem hipersensibilidade a glimepirida ou a outras sulfoniluréias ou qualquer outro componente da composição do medicamento.
Em pacientes com insuficiência renal ou hepática grave, é indicada a substituição pela insulina, para se obter um controle metabólico adequado.
Também não deve ser administrado a pacientes portadores de diabetes mellitus insulino-dependentes (tipo I), em cetoacidose diabética, pré-coma e coma diabético. Essa condição deve ser tratada com insulina.
Este medicamento é contra-indicado em crianças.
Advertências e Precauções
Todas as sulfoniluréias são capazes de produzir severa hipoglicemia. Deste modo, selecionar apropriadamente os pacientes e a dosagem são importantes para evitar episódios de hipoglicemia.
Pacientes com função renal alterada podem ser mais sensíveis ao efeito hipoglicemiante da glimepirida. Pode ser difícil reconhecer quadros de hipoglicemia em pacientes idosos e naqueles que fazem uso de beta-bloqueadores. A ocorrência de hipoglicemia é mais freqüente quando a ingestão calórica é deficiente, após exercícios físicos, quando há ingestão de álcool, ou quando mais de um agente hipoglicemiante é usado. O uso combinado de glimepirida com insulina ou metformina pode aumentar o potencial para hipoglicemia.
Quando um paciente com glicemia controlada é exposto a estresses tais como: febre, trauma, infecção ou cirurgia, pode ocorrer alteração da glicemia. Nestes casos, pode ser necessário acrescentar insulina em combinação com glimepirida ou mesmo o uso de monoterapia com insulina. A falta de efetividade de qualquer droga hipoglicemiante, incluindo glimepirida, em diminuir a taxa de glicose sangüínea a níveis desejados em muitos pacientes por um período de tempo, pode ser associado a progressão da severidade do diabetes ou diminuição da resposta ao medicamento. Este fenômeno é conhecido como falha secundária, e se distingue de uma falha primária, pelo fato do medicamento ser ineficaz em um paciente, quando dado pela primeira vez.
Durante as primeiras semanas do tratamento, o risco da ocorrência de hipoglicemia pode estar aumentado e necessita de monitorização cuidadosa. A hipoglicemia pode ser, quase sempre, controlada pela administração de carboidratos (glicose ou açúcar). Entretanto, apesar de se obter um aumento da glicemia com medidas de controle, pode ocorrer hipoglicemia novamente.
Casos graves de hipoglicemia requerem tratamento imediato, e, em algumas circunstâncias, o paciente deve ser hospitalizado.
Pode ocorrer diminuição do estado de alerta devido a hipoglicemia ou hiperglicemia, principalmente no início, ou após alterações no tratamento, ou quando o medicamento não é tomado regularmente afetando, por exemplo, a habilidade em conduzir veículos ou operar máquinas.
Evite usar bebidas alcoólicas durante o tratamento.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista o aparecimento
de reações indesejáveis.
Interações medicamentosas
A ação hipoglicemiante das sulfoniluréias pode ser potencializada pelo uso de certas drogas, incluindo: insulina ou outro antidiabético oral, inibidores da ECA, cloranfenicol, esteróides, anabolizantes e hormônios sexuais masculinos, ciclofosfamidas, derivados cumarínicos, fenfluramina, disopiramida, fibratos, fenilramidol, guanetidina, fluoxetina, inibidores da MAO, ifosfamida, ácido para-aminosalicílico, miconazol, fenilbutazona e oxifembutazona, pentoxifilina (uso parenteral em doses elevadas), probenecida, azapropazona, salicilatos, quinolonas, antibióticos sulfonamídicos, sulfimpirazona, tritoqualina, tetraciclinas, trofosfamida.
Certas drogas tendem a produzir hiperglicemia e podem levar a uma perda de controle da glicemia, como: acetazolamida, barbitúricos, corticosteróides, diazóxido, diuréticos, epinefrina (adrenalina) e outros agentes simpatomiméticos, glucagon, laxantes (após uso prolongado), ácido nicotínico (em doses elevadas), estrogênios e progestagênios, fenotiazínicos, fenitoína, rifampicina, hormônios da tireóide, antagonistas de receptores H2, beta-bloqueadores, clonidina e reserpina podem induzir tanto a potencialização quanto a diminuição do efeito hipoglicemiante da glimepirida. Sob influência de fármacos simpatolíticos, como beta-bloqueadores, clonidina, guanetidina e reserpina, os sinais da contra-regulação adrenérgica para hipoglicemia podem estar reduzidos ou ausentes.
Tanto a ingestão crônica como a aguda de álcool podem potencializar ou diminuir a ação hipoglicemiante da glimepirida de maneira imprevisível.
O uso da glimepirida pode potencializar ou diminuir os efeitos dos derivados cumarínicos.
Testes laboratoriais: a glicemia sangüínea deve ser monitorizada periodicamente para determinar a resposta terapêutica.
A hemoglobina glicosilada também deve ser monitorizada, a cada 3 a 6 meses.
Informe seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Gravidez e lactação
Como não há estudos adequados e bem controlados em gestantes e baseando-se nos resultados de estudos em animais, a glimepirida não deve ser administrada durante a gravidez. Devido a recentes informações sugerindo que níveis anormais de glicose sangüínea durante a gravidez estariam associados com uma alta incidência de anormalidades congênitas, muitos especialistas recomendam que insulina seja usada durante a gravidez para manter a glicemia o mais próximo da normalidade. Não se sabe se a glimepirida é excretada no leite humano, mas outras sulfoniluréias são excretadas no leite, desta forma devido ao risco potencial de hipoglicemia no lactente a glimepirida deve ser descontinuada. Se, com a descontinuação da glimepirida, a glicemia não for controlada com dieta e exercícios físicos, a terapia com insulina deve ser considerada.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
NÃO USE MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE.
Modo de uso
Os comprimidos de glimepirida devem ser administrados antes do desjejum ou da primeira refeição da manhã e devem ser engolidos sem mastigar e com quantidade suficiente de líquido (aproximadamente meio copo).
Os comprimidos de glimepirida apresentam o seguinte aspecto:
- glimepirida 1 mg: comprimido de cor rosa claro e com um vinco em uma das faces;
- glimepirida 2 mg: comprimido de cor verde claro e com um vinco em uma das faces;
- glimepirida 4 mg: comprimido de cor azul claro e com um vinco em uma das faces.
O tratamento com glimepirida é de longa duração, vai depender da resposta e evolução do paciente e da conduta do médico responsável.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Posologia
A dose inicial recomendada de glimepirida é de 1 mg uma vez ao dia. Se necessário esta dose pode ser aumentada de acordo com o controle do nível de glicose no sangue e de forma gradual, em intervalos de 1 a 2 semanas, de acordo com as seguintes etapas: 1 mg, 2 mg e 4 mg.
A dose inicial usual para pacientes com diabetes bem controlado é de 1 a 4 mg de glimepirida ao dia. Doses diárias superiores a 6 mg (até 8 mg) somente são eficazes para uma minoria de pacientes; portanto, doses superiores não devem ser utilizadas.
A distribuição das doses é determinada pelo médico, levando-se em consideração o quadro clínico do paciente.
Normalmente, uma única dose diária de glimepirida é suficiente.
Recomenda-se administrar antes da primeira refeição ou da primeira refeição principal. É importante alimentar-se bem após a administração da medicação.
Ajuste secundário da dose: a sensibilidade à insulina aumenta à medida que melhora o controle do diabetes; portanto, a necessidade de glimepirida pode diminuir durante o tratamento. Para evitar hipoglicemia, deve-se considerar oportuna uma temporária redução na dose ou interrupção da terapia com glimepirida.
Um ajuste de dose deverá ser considerado caso ocorram mudanças no peso ou no estilo de vida do paciente, ou ainda na ocorrência de outros fatores que aumentem a susceptibilidade para hipoglicemia ou hiperglicemia.
Em pacientes com insuficiência renal, os níveis sangüíneos da glimepirida diminuem em proporção a depuração da creatinina, possivelmente relacionada a redução da biodisponibilidade; entretanto, a concentração e eliminação dos seus metabólitos aumentam.
A glimepirida é extensamente metabolizada no fígado, sugerindo a necessidade de ajuste de dose ou evitar o medicamento em pacientes com insuficiência hepática, pois há o risco de hipoglicemia. Nos pacientes com insuficiência hepática leve, a terapia pode ser iniciada com pequenas doses (1 mg diariamente), seguido de cuidadoso monitoramento da glicemia.
Substituição de outros antidiabéticos orais por glimepirida: não há uma exata relação entre a dose de glimepirida e a de outros agentes hipoglicemiantes orais. Quando for substituir a administração destes agentes por glimepirida, a dose diária inicial deve ser de 1 mg; isto é aplicável mesmo quando se parte de doses máximas de outro agente hipoglicemiante oral.
O aumento da dose de glimepirida deve ser procedida conforme descrito na Posologia.
Deve-se ter em conta a potência e a duração da ação do agente hipoglicemiante empregado previamente. Pode ser necessário interromper o tratamento para evitar efeitos aditivos que aumentariam o risco de hipoglicemia.
Em alguns casos de pacientes com diabetes tipo II anteriormente controlados com insulina, uma substituição por glimepirida pode ser indicada. A substituição geralmente deve ser feita no hospital.
Uso em associação com insulina: nos pacientes que não obtiveram um controle adequado com a dose diária máxima de glimepirida, pode-se iniciar o tratamento concomitante com insulina. Deve-se manter a mesma dose de glimepirida e iniciar o tratamento com insulina em dose baixa, aumentando esta dose gradualmente até se alcançar o nível desejado de controle metabólico. O tratamento com a associação deve ser iniciado sob supervisão médica cuidadosa.
Uso em associação com metformina: nos pacientes que não obtiveram um controle adequado com a dose máxima diária de glimepirida ou metformina, pode-se iniciar o tratamento concomitante com ambos agentes antidiabéticos orais. Se a terapia estabelecida tanto com glimepirida ou metformina progredir em um mesmo nível de dose, o tratamento adicional com glimepirida ou metformina deve ser iniciado com uma dose baixa, a qual deve ser quantificada dependendo do nível de controle metabólico desejado para a dose máxima diária. O tratamento com a associação deve ser iniciado sob supervisão médica cuidadosa.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.
No caso de esquecimento
Tome a dose esquecida, assim que possível, a não ser que esteja próximo ao horário da dose seguinte. Se isso ocorrer, desconsidere a dose perdida e tome o medicamento no horário e dose habitual. Não use duas doses ao mesmo tempo.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.
Reações adversas
As seguintes reações adversas foram relatadas:
Hipoglicemia: tontura, fraqueza, dor de cabeça, náusea (menos de 1%), vômitos, diarréia, dor abdominal. Menos de 1% dos pacientes desenvolveram algum tipo de alergia. Visão turva foi relatada em menos de 1% dos pacientes tipo II.
Conduta em caso de superdose
A superdose de glimepirida pode causar hipoglicemia. Em caso de superdose o paciente deve ingerir açúcar de imediato, de preferência na forma de glicose e procurar orientação médica.
Não é indicada a indução do vômito.
Reações de hipoglicemia severa como coma, tontura ou outra reação neurológica ocorrem com pouca freqüência e exigem hospitalização imediata.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Informações técnicas.

Características farmacológicas
Tanto em pessoas saudáveis quanto em pacientes com diabetes mellitus tipo II, a glimepirida diminui as concentrações sangüíneas da glicose, principalmente pela estimulação da secreção de insulina pelas células beta do pâncreas. Este efeito está baseado predominantemente no aumento da resposta das células beta do pâncreas ao estímulo fisiológico da glicose. Ao mesmo tempo que promove uma redução equivalente da glicemia, a administração de baixas doses de glimepirida em animais e voluntários sadios leva à liberação de menores quantidades de insulina comparativamente à glibenclamida.
Este fato sugere a existência de efeitos extrapancreáticos (sensibilização à insulina e mimetismo da insulina) da glimepirida.
Adicionalmente, quando comparada às outras sulfoniluréias, a glimepirida apresenta menor efeito sobre o sistema cardiovascular.
A glimepirida reduz a agregação plaquetária (dados de estudos in vitro e em animais) e promove uma redução marcante na formação de placas ateroscleróticas (dados de estudos em animais).
Secreção de insulina: como todas as sulfoniluréias, a glimepirida regula a secreção de insulina através da interação com os canais de potássio sensíveis à ATP presentes na membrana da célula beta. Contrariamente às outras sulfoniluréias, a glimepirida liga-se especificamente à proteína 65 kDa, localizada na membrana da célula beta. Esta interação da glimepirida com sua proteína ligadora determina a probabilidade do canal de potássio sensível a ATP permanecer aberto ou fechado.
A glimepirida fecha o canal de potássio, o que induz a despolarização da célula beta e resulta na abertura do canal de cálcio sensível à voltagem e, consequentemente, no influxo de cálcio para o interior da célula. Finalmente, o aumento da concentração intracelular de cálcio ativa a secreção da insulina por meio da exocitose.
A glimepirida se associa e se dissocia da proteína ligadora muito mais rápida e freqüentemente do que a glibenclamida. Acredita-se que a característica alta taxa de associação/dissociação da glimepirida à proteína ligadora é responsável pelo seu pronunciado efeito de sensibilização à glicose e pelo efeito de proteção da célula beta contra a dessensibilização e exaustão prematura.
Efeito de sensibilização à insulina: a glimepirida aumenta a ação normal da insulina sobre a absorção periférica de glicose (dados de estudos em humanos e animais). Efeitos de mimetismo da insulina: a glimepirida mimetiza a ação da insulina na absorção periférica de glicose e produção hepática de glicose. A absorção periférica de glicose ocorre pelo seu transporte para o interior das células musculares e lipídicas. A glimepirida aumenta diretamente o número de moléculas de glicose transportadas pela membrana plasmática das células musculares e lipídicas. O aumento do influxo de glicose leva à ativação da fosfolipase C glicosilfosfatidilinositol específica. Como resultado, os níveis celulares de AMPc diminuem, causando redução da atividade da proteína quinase A, que, por sua vez, estimula o metabolismo da glicose.
A glimepirida inibe a produção hepática de glicose por meio do aumento da concentração de frutose-2,6-bifosfato, que inibe a gliconeogênese.
Efeitos sobre a agregação plaquetária e formação de placas ateroscleróticas: a glimepirida reduz a agregação plaquetária in vitro e in vivo. Este efeito é provavelmente o resultado da inibição seletiva da ciclooxigenase, que é responsável pela formação de tromboxano A, um importante fator endógeno de agregação plaquetária.
A glimepirida reduz significativamente a formação das placas ateroscleróticas em animais. O mecanismo de ação relacionado à este efeito ainda não está elucidado.
Efeitos cardiovasculares: as sulfoniluréias afetam o sistema cardiovascular por meio dos canais de potássio sensíveis a ATP (ver acima). Comparada às sulfoniluréias convencionais, a glimepirida exerce um efeito significativamente menor no sistema cardiovascular (dados de estudos em animais). Este fato pode ser explicado pela natureza específica da interação entre a glimepirida e a proteína ligadora do canal de potássio sensível a ATP.
Farmacodinâmica
Em pessoas saudáveis, a dose oral mínima efetiva é de aproximadamente 0,6 mg. O efeito da glimepirida é dose-dependente e reprodutível. A resposta fisiológica ao exercício físico agudo, como por exemplo, a redução da secreção de insulina, continua presente sob o efeito de glimepirida.
Não existem diferenças significativas relacionadas à administração do fármaco 30 minutos ou imediatamente antes da refeição. Em pacientes diabéticos, alcança-se um bom controle metabólico durante 24 horas com a administração de uma única dose. Adicionalmente, em um estudo clínico, 12 de 16 pacientes com insuficiência renal (clearance de creatinina entre 4 e 79 ml/min) alcançaram um bom controle metabólico. Apesar do metabólito hidroxi da glimepirida causar uma redução pequena, porém significativa da glicose sérica em pessoas saudáveis, ele é responsável por somente uma pequena parte do efeito total do fármaco.
Terapia combinada com insulina: em pacientes que não alcançaram um controle metabólico adequado com a dose máxima de glimepirida, pode-se iniciar a terapia concomitante com insulina.
Em dois estudos, a terapia com a associação de insulina e glimepirida promoveu o mesmo controle metabólico que insulina em monoterapia; entretanto, foi necessária uma dose média menor de insulina na terapia associada.
Terapia combinada com metformina: em pacientes que não alcançaram um controle adequado com a dose máxima tanto de glimepirida quanto de metformina, pode-se iniciar a terapia concomitante com ambos agentes antidiabéticos. Em dois estudos, verificou-se melhora no controle metabólico no tratamento combinado em comparação ao tratamento com o fármaco isolado.
Farmacocinética
Absorção: após administração oral, a glimepirida é completamente (100%) absorvida no trato gastrintestinal. Quando glimepirida é administrada com refeições, o parâmetro Tmax (tempo para alcançar Cmax) é ligeiramente aumentado e os parâmetros Cmax e ASC (área sobre a curva) são ligeiramente diminuídos.
Distribuição: após aplicações intravenosas (IV) em pacientes normais, o volume de distribuição (Vd) foi de 8,8 l (113 ml/kg), e o clearance total foi de 47,8 ml/min.
Metabolismo: glimepirida é completamente metabolizada por biotransformação oxidativa hepática após doses orais ou IV. Os principais metabólitos são o derivado metil hidroxi ciclohexil (M1) e o derivado carboxil (M2). O citocromo P450 II C9 mostrou-se envolvido na biotransformação da glimepirida a M1, que é posteriormente metabolizado a M2 por uma ou varias enzimas citosólicas.
Excreção: a maior parte de uma dose de glimepirida é excretada na urina na forma de metabólitos (acima de 63%). A meia vida de eliminação da glimepirida é de 5-9 horas.
Os parâmetros farmacocinéticos foram semelhantes em homens e mulheres, assim como em pacientes jovens e idosos (acima de 65 anos).
Em pacientes com clearance de creatinina baixo, foi observada tendência de aumento do clearance da glimepirida e de redução da concentração sérica média da mesma, devido provavelmente à eliminação mais rápida do fármaco, causada pela diminuição da sua ligação às proteínas plasmáticas. A eliminação renal dos dois metabólitos foi prejudicada.
Em geral, não existem riscos adicionais de acúmulo do fármaco em tais pacientes.
Resultados de eficácia
Em estudos com animais, glimepirida exibiu uma redução da glicemia mais potente do que a glibenclamida, e em alguns estudos uma maior duração do efeito hipoglicêmico foi observado.
Estudos em indivíduos saudáveis e pacientes diabéticos tipo II confirmaram o potente e sustentado efeito da glimepirida na glicemia (Anon, 1992).

Indicações.

A glimepirida está indicada para o tratamento oral de diabetes mellitus não insulino-dependente (tipo II), como um adjunto, quando os níveis de glicose não podem ser adequadamente controlados por meio de dieta alimentar, exercícios físicos e redução de peso.
A glimepirida pode ser associada a outros antidiabéticos orais que não estimulam a secreção de insulina, e também associada a metformina quando os níveis de glicemia não podem ser adequadamente controlados por meio da dieta alimentar, exercícios físicos e uso de glimepirida ou metformina em monoterapia.
A glimepirida pode ser usada em associação com a insulina, entretanto este uso combinado pode aumentar o potencial para hipoglicemia.

Contraindicações.

A glimepirida está contra-indicada a pacientes que apresentem hipersensibilidade a glimepirida ou a outras sulfoniluréias ou qualquer outro componente da composição do medicamento.
Em pacientes com insuficiência renal ou hepática grave, é indicada a substituição pela insulina, para se obter um controle metabólico adequado.
Também não deve ser administrado a pacientes portadores de diabetes mellitus insulino-dependente (tipo I), em cetoacidose diabética, pré-coma e coma diabético. Essa condição deve ser tratada com insulina.

Gravidez e lactação.

A glimepirida está classificada na categoria C segundo a classificação de risco de gravidez determinada pela ANVISA. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
A glimepirida não produziu efeitos teratogênicos em ratos expostos a uma dose oral acima de 4000 mg/kg por peso corpóreo (aproximadamente 4000 vezes a dose máxima recomendada em humanos) ou em coelhos expostos a mais de 32 mg/kg de peso corpóreo (aproximadamente 60 vezes a dose máxima recomendada em humanos).
A glimepirida mostrou estar associada com morte fetal intrauterina em ratos quando dada em doses menores do que 50 vezes da dose humana, baseado na superfície corpórea e em coelhos quando administrados em doses menores que 0,1 vez a dose humana, baseada na superfície corpórea. Esta fetotoxicidade, observada somente em doses que induzem hipoglicemia materna, tem sido observada com outras sulfoniluréias, e acredita-se que esteja diretamente relacionado a ação farmacológica (hipoglicemiante) da glimepirida.
Não há estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. Baseado nos resultados de estudos em animais, glimepirida não deve ser administrada durante a gravidez.
Devido a recentes informações sugerindo que níveis anormais de glicemia durante a gravidez estariam associados a uma alta incidência de anormalidades congênitas, muitos especialistas recomendam que insulina seja usada durante a gravidez para manter a glicemia o mais próximo da normalidade.
Em alguns estudos em ratos, as crias que foram expostas a altos níveis de glimepirida durante a gravidez e lactação, desenvolveram deformidades esqueléticas consistindo de encurtamento, espessamento e curvatura do úmero durante o período pósnatal.
Concentrações significantes de glimepirida foram observadas no soro e leite materno das cobaias bem como no soro dos filhotes.
Estas deformidades esqueléticas foram avaliadas como resultantes da amamentação por fêmeas expostas a glimepirida.
Em estudos de reprodução em ratos, concentração significativa de glimepirida foi observada no soro e leite materno das cobaias, bem como no soro dos filhotes. Embora não se saiba se glimepirida é excretada no leite humano, outras sulfoniluréias são excretadas no leite humano. Por isso, o potencial para hipoglicemia em lactentes pode existir, e a glimepirida deve ser descontinuado em mães lactantes. Se a glimepirida é descontinuada, e se a dieta e exercícios físicos são inadequados para o controle da glicemia, a terapia com insulina deve ser considerada.
Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco
Pacientes idosos: os parâmetros farmacocinéticos da glimepirida (6 mg/ dia) foram similares em pacientes diabéticos tipo II com idade maior ou menor de 65 anos. Um discreto aumento no clearance (11%) foi evidenciado em pacientes idosos. Estas informações não sugerem a necessidade de ajuste de dose para idosos entretanto, recomenda-se iniciar com pequenas doses e monitorar cautelosamente a glicemia.
Uso em crianças: a eficácia e efetividade em pacientes pediátricos ainda não foram claramente estabelecidas.

Advertências.

Todas as sulfoniluréias são capazes de produzir severa hipoglicemia. Deste modo, selecionar apropriadamente os pacientes e a dosagem são importantes para evitar episódios de hipoglicemia.
Pacientes com função renal alterada podem ser mais sensíveis ao efeito hipoglicemiante da glimepirida.
Pode ser difícil reconhecer quadros de hipoglicemia em pacientes idosos e naqueles que fazem uso de beta-bloqueadores. A ocorrência de hipoglicemia é mais freqüente quando a ingestão calórica é deficiente, após exercícios físicos, quando há ingestão de álcool, ou quando mais de um agente hipoglicemiante é usado. O uso combinado de glimepirida com insulina ou metformina pode aumentar o potencial para hipoglicemia.
Quando um paciente com glicemia controlada é exposto a estresses tais como: febre, trauma, infecção ou cirurgia, pode ocorrer alteração da glicemia. Nestes casos, pode ser necessário acrescentar insulina em combinação com glimepirida ou mesmo o uso de monoterapia com insulina. A falta de efetividade de qualquer droga hipoglicemiante, incluindo glimepirida, em diminuir a taxa de glicose sangüínea a níveis desejados em muitos pacientes por um período de tempo, pode ser associado a progressão da severidade do diabetes ou diminuição da resposta ao medicamento. Este fenômeno é conhecido como falha secundária, e se distingue de uma falha primária, pelo fato do medicamento ser ineficaz em um paciente, quando dado pela primeira vez.
Durante as primeiras semanas do tratamento, o risco da ocorrência de hipoglicemia pode estar aumentado e necessita de monitorização cuidadosa. A hipoglicemia pode ser, quase sempre, controlada pela administração de carboidratos (glicose ou açúcar). Entretanto apesar de se obter um aumento da glicemia com medidas de controle, pode ocorrer hipoglicemia novamente. Casos graves de hipoglicemia requerem tratamento imediato, e em alguma circunstâncias o paciente deve ser hospitalizado.
Pode ocorrer diminuição do estado de alerta devido a hipoglicemia ou hiperglicemia, principalmente no início, ou após alterações no tratamento, ou quando o medicamento não é tomado regularmente afetando, por exemplo, a habilidade em conduzir veículos ou operar máquinas.
O uso de bebidas alcoólicas deve ser evitado.

Interações medicamentosas.

A ação hipoglicemiante das sulfoniluréias pode ser potencializada pelo uso de certas drogas, incluindo: insulina ou outro antidiabético oral, inibidores da ECA, cloranfenicol, esteróides, anabolizantes e hormônios sexuais masculinos, ciclofosfamidas, derivados cumarínicos, fenfluramina, disopiramida, fibratos, fenilramidol, guanetidina, fluoxetina, inibidores da MAO, ifosfamida, ácido para-aminosalicílico, miconazol, fenilbutazona e oxifembutazona, pentoxifilina (uso parenteral em doses elevadas), probenecida, azapropazona, salicilatos, quinolonas, antibióticos sulfonamídicos, sulfimpirazona, tritoqualina, tetraciclinas, trofosfamida.
Certas drogas tendem a produzir hiperglicemia e podem levar a uma perda de controle da glicemia, como: acetazolamida, barbitúricos, corticosteróides, diazóxido, diuréticos, epinefrina (adrenalina) e outros agentes simpatomiméticos, glucagon, laxantes (após uso prolongado), ácido nicotínico (em doses elevadas), estrogênios e progestagênios, fenotiazínicos, fenitoína, rifampicina, hormônios da tireóide, antagonistas de receptores H2, beta-bloqueadores, clonidina e reserpina podem induzir tanto a potencialização quanto a diminuição do efeito hipoglicemiante da glimepirida. Sob influência de fármacos simpatolíticos, como beta-bloqueadores, clonidina, guanetidina e reserpina, os sinais da contra-regulação adrenérgica para hipoglicemia podem estar reduzidos ou ausentes.
Tanto a ingestão crônica como a aguda de álcool podem potencializar ou diminuir a ação hipoglicemiante da glimepirida de maneira imprevisível.
O uso da glimepirida pode potencializar ou diminuir os efeitos dos derivados cumarínicos. Testes laboratoriais: a glicemia sangüínea deve ser monitorizada periodicamente para determinar a resposta terapêutica. A hemoglobina glicosilada também deve ser monitorizada, a cada 3 a 6 meses.

Cuidados de armazenamento.

O medicamento deve ser mantido em sua embalagem original em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C). Proteger da luz e umidade.
Desde que respeitados os cuidados de armazenamento, glimepirida apresenta prazo de validade de 24 meses após a data de fabricação.

Posologia e modo de usar.

A dose inicial recomendada de glimepirida é de 1 mg uma vez ao dia. Se necessário esta dose pode ser aumentada de acordo com o controle da glicemia e de forma gradual.
Intervalos de 1 a 2 semanas, de acordo com as seguintes etapas: 1 mg, 2 mg e 4 mg.
A dose inicial usual para pacientes com diabetes bem controlado é de 1 a 4 mg de glimepirida ao dia. Doses diárias superiores a 6 mg (até 8 mg) somente são eficazes para uma minoria de pacientes; portanto doses superiores não devem ser utilizadas.
Ajuste secundário da dose: a sensibilidade à insulina aumenta à medida que melhora o controle do diabetes; portanto, as necessidades de glimepirida podem diminuir durante o tratamento.
Para evitar hipoglicemia, deve-se considerar oportuna uma temporária redução na dose ou interrupção da terapia com glimepirida.
Um ajuste de dose deverá ser considerado caso ocorram mudanças no peso ou no estilo de vida do paciente, ou ainda na ocorrência de outros fatores que aumentem a susceptibilidade para hipo ou hiperglicemia.
Em pacientes com insuficiência renal, os níveis séricos da glimepirida diminuem (sem alteração na meia-vida de eliminação) em proporção ao clearance da creatinina, possivelmente relacionada à redução da biodisponibilidade; entretanto, a concentração sérica e eliminação de meias-vidas dos metabólitos cicloexil hidroximetil (ativo) e carboxil aumentam. Em um estudo com pacientes com diabetes mellitus tipo II e clearance de creatinina menor que 22 ml/min, a glicemia foi mantida sob controle com dose de 1 mg/dia de glimepirida, sugerindo que a dose inicial seja de 1 mg/dia.
Pacientes com insuficiência hepática: não existem estudos específicos neste grupo de pacientes. A glimepirida é extensamente metabolizada no fígado, sugerindo a necessidade de ajuste de dose ou evitar o fármaco, pelo risco de hipoglicemia. Entretanto, nos pacientes com insuficiência hepática leve, a terapia pode ser iniciada com pequenas doses (1 mg diariamente), seguido de cuidadoso monitoramento da glicemia. Em pacientes com insuficiência hepática grave, o fármaco deve ser evitado.
Em situações de estresse, como infecções, febre, trauma ou cirurgias, pode ser necessária substituição da glimepirida por insulina.
Modo de usar e cuidados de conservação depois de aberto.
Os comprimidos de glimepirida devem ser administrados antes do desjejum ou da primeira refeição principal, e devem ser engolidos sem mastigar e com quantidade suficiente de líquido (aproximadamente meio copo). É importante alimentar-se bem após a administração da medicação.
O medicamento deve ser conservado em sua embalagem original em local adequado.

Reações adversas.

Endócrino: em estudos clínicos, episódios de hipoglicemia (glicemia menor do que 60 mg%) ocorreram em 0,9 a 1,7% dos pacientes tratados com glimepirida. Os sintomas que podem ocorrer são cefaléia, náuseas, vômitos, excesso de apetite, fadiga, anormalidades do sono, inquietação, agressividade, depressão, confusão, alterações na fala, afasia, alterações visuais, tremor, paresias, distúrbios sensoriais, delírio, tontura, sensação de abandono, perda do autocontrole, convulsões, sonolência, podendo evoluir para coma, dificuldade respiratória e bradicardia. Sinais de contra regulação adrenérgica podem surgir como sudorese, pele úmida e fria, ansiedade, taquicardia, hipertensão, palpitação, dor no peito e arritmias cardíacas. O quadro clínico de um ataque hipoglicêmico grave pode assemelhar-se a um acidente vascular cerebral. Os sintomas podem variar de paciente para paciente, e melhoram ou desaparecem com a correção da glicemia.
Sistema nervoso central: tontura, astenia e cefaléia foram observados em menos de 2% dos pacientes diabéticos tipo II tratados com glimepirida em estudos clínicos.
Metabólico: hiponatremia ocorreu em alguns pacientes tratados com glimepirida. Embora casos específicos sejam escassos, o fármaco é capaz de induzir a síndrome de secreção inapropriada de hormônio antidiurético, similar a outras sulfoniluréias.
Gastrintestinal: náuseas ocorreram em aproximadamente 1% dos pacientes recebendo glimepirida por via oral. Outros efeitos gastrintestinais ocorreram com similar ou menor freqüência tais como: vômito, diarréia e dor abdominal. Foi relatada ocasionalmente a elevação de transaminases séricas na terapia de diabetes tipo II com glimepirida. A glimepirida, assim como as demais sulfoniluréias, podem causar em casos isolados alterações na função hepática.
Ocular: menos de 1% dos pacientes diabéticos tipo II em uso de glimepirida apresentaram turvamento visual. Isto pode ser associado a mudanças na glicemia após o inicio do tratamento.
Hematológico: podem ocorrer alterações na crase sangüínea, ocorrem raramente leucopenia e trombocitopenia. Pode causar em casos isolados anemia hemolítica ou, por exemplo, eritrocitopenia, granulocitopenia, agranulicitose e pancitopenia.
Dermatológico: menos de 1% dos pacientes tratados com glimepirida em estudos clínicos desenvolveram reações cutâneas - tipo alérgica (exemplos: eritema, urticária, erupções morbiliformes ou macopapulares). Estas reações são geralmente leves, podendo tornar-se graves acompanhadas por dispnéia e hipotensão arterial, algumas vezes evoluindo até choque.
Outros: em casos isolados pode ocorrer redução da concentração sérica de sódio, e com base em outras sulfoniluréias, podem ocorrer vasculite alérgica ou hipersensibilidade cutânea a luz.

Superdose.

A superdose de sulfoniluréias, incluindo a glimepirida, pode produzir hipoglicemia grave com risco de vida.
Leve hipoglicemia sem perda da consciência ou sintomas neurológicos podem ser tratados com glicose oral e uso de alimentos. O médico deve monitorar o paciente por no mínimo 12 horas. Hipoglicemia grave, com coma, convulsões ou outras manifestações neurológicas são infreqüentes, mas constituem emergência médica com necessidade de internação. Se há suspeita de coma hipoglicêmico, o paciente deve receber infusão rápida de glicose a 50%, que deve ser seguida de infusão contínua de glicose mais diluída (10%) até manter-se o nível glicêmico em 100 mg/dl. Estes pacientes devem ser monitorizados por 24-48 horas, por que a hipoglicemia pode recorrer após aparente melhora clínica.
Alguns pacientes podem necessitar, para manter a glicemia normal, de administração de octreotida, um análogo de longa duração da somatostatina, que é um antagonista da liberação de insulina.
Diazoxida tem sido utilizada com sucesso no tratamento de hipoglicemia induzida por sulfoniluréias que não respondem a dextrose, ou glucagon. A necessidade de seu uso é rara.
Não é recomendado induzir vômito. Pode ser necessário lavagem gástrica e uso de carvão ativado em casos em que a dose ingerida represente ameaça a vida.

Dizeres legais.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
M.S. 1.0089.0316

Princípios Ativos de Glimepirida Merck

Patologias de Glimepirida Merck

Laboratório que produce Glimepirida Merck